terça-feira, 11 de maio de 2010

Maurilo, o inalcançável - 72

Foi por causa do Maurilo que este blog nasceu.
Vai lá no post "O dia que eu morri" que você entende.  Naquele momento eu comecei a juntar histórias.
O problema é que a gente nunca consegue ganhar do Maurilo.
Quando eu começo crescer meu número de seguidores, ele já multiplicou por 3, os seguidores do Pastelzinho.

No dia das mães, insuperável, Maurilo colocou esta declaração de amor pras duas mães da vida dele:

"Eu tive a sorte de crescer com uma mãe que acompanhava cada passo meu, que exigia sempre mais e que nunca aceitava desculpas quando eu não dava o máximo de mim.

Minha mãe fazia isso tudo com carinho e com firmeza e sempre deixou claro que muito mais dependia de mim e do meu esforço do que eu próprio queria acreditar.

Hoje, eu tenho a sorte de conviver com outra mãe. Igualmente carinhosa e igualmente firme quando isso significa ajudar a filha a ter confiança e saber que pode ser uma pessoa melhor.
É engraçado como o olhar sobre uma mãe muda quando se é filho ou companheiro. As expectativas são outras, sua influência sobre o "cargo" delas é diferente, sua percepção dos objetivos de cada ato é diferente.

Eu sou extremamente abençoado quando se trata de mães, seja com a minha, seja com a da minha filha. Isso sem falar nas avós, tias e tantas outras que fizeram parte da minha vida.
Não é a homenagem mais original, mas é uma admiração que não tem tamanho. Wanda e Fernanda, vocês são muito maiores do que imaginam. Amo vocês."

Vou mudar o nome da Dona Wanda pelo da Mamãe e o da Fê pelo da Gêisa e vou falar que fui eu que escrevi, pra ver se cola.  Não consigo conviver com o fato de não ter sido eu o autor deste texto.
 
Pra minha sorte, Tomás já me vingou.  É que meu neto estuda na mesma escola que a Sophia, filha dele.
Um dia eles se encontraram na porta e Maurilo, todo cordial, puxou assunto:
-  Oi Tomás.  Eu sou amigo do seu pai desde quando ele tinha cabelo.
 
Tomás olhou pro pai, e devolveu, bravo, na lata, pro Maurilo:
-  Não tinha não. Seu bobo.  Meu pai sempre foi assim.
 
E foi embora, inimigo mortal do Maurilo, pra sempre.
O menino, novinho, já virou um velho resmungão...

6 comentários:

redatozim disse...

O pior é que ele ficou com raiva mesmo de eu chamar o pai dele de cabeludo. Careca, tá beleza, mas cabeludo, não, porra, cabeludo, não!

PC disse...

Peraí, redatozim...
Cabeludo, meu pai?
Fala se o menino vai ou não vai ficar um velho resmungão, como o avô e o tio.
Fala?!

vivi disse...

aiii esse bom humor e de familia então!!!!
totoca ja ta aprendendooo


bjosaudosos

PC disse...

Precisa ver a braveza dele, Vivi.
E ficou com uma tromba monstra...

Maria Elisa disse...

Pai, linka o post "o dia que eu morri" neste daqui, igual vc fez no pastelzinho. Se não o seu leitor vai ter que procurar post a post pra saber o que vc tá falando... ajudaê!

PS - Cara, a vivi é leitora assídua da bagaça! :D

PC disse...

Nem sei o que seria de mim, Lisa, sem você.
Como é que eu não tinha pensando nisto?
Na verdade, eu não sabia.
Fiquei tão orgulhoso de si quando consegui no Pastezinho que esqueci.
Deve ter uns quatro aí pra baixo que eu vou ter que fazer isto.
Uma hora eu faço.

Beijos